
A Disfunção Erétil…
Caracterizada pela incapacidade recorrente de alcançar ou sustentar uma ereção adequada para atividade sexual plena, a disfunção erétil afeta mais da metade dos homens com idade superior a 40 anos. Esta condição pode comprometer significativamente o bem-estar emocional, a vida íntima e a qualidade de vida global.
O Dr. Gabriel Beigin, Urologista e Andrologista em São Paulo, possui trajetória consolidada em procedimentos minimamente invasivos em saúde sexual masculina, oferecendo atendimento especializado e atualizado.
A abordagem terapêutica inclui avaliação diagnóstica detalhada, protocolos personalizados conforme o perfil de cada paciente, e recursos terapêuticos contemporâneos como farmacoterapia oral, tratamentos injetáveis intracavernosos e implante de prótese peniana em casos selecionados.

Veja abaixo exemplos de Próteses Penianas

Inflável

Maleável

Maleável

Maleável

Ejaculação precoce
A ejaculação precoce (ou ejaculação prematura) é a disfunção sexual masculina mais comum, caracterizada pela incapacidade persistente de controlar ou retardar a ejaculação durante a atividade sexual, resultando em tempo de latência ejaculatória muito curto e causando desconforto pessoal ou interpessoal.
Estima-se que afete entre 20% a 30% dos homens em algum momento da vida, impactando significativamente a autoestima, confiança e qualidade dos relacionamentos.
Tipos de Ejaculação Precoce
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Primária (Ao Longo da Vida): Presente desde as primeiras experiências sexuais, geralmente de origem neurobiológica
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Secundária (Adquirida): Desenvolve-se após período de função sexual normal, associada a fatores psicológicos, prostatite ou disfunção erétil
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Variável: Ocorre de forma intermitente, relacionada a ansiedade situacional
Causas Principais
Fatores Biológicos
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Sensibilidade aumentada da glande peniana
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Alterações nos níveis de serotonina cerebral
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Prostatite crônica ou inflamações urinárias
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Disfunção erétil associada
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Alterações hormonais
Fatores Psicológicos
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Ansiedade de performance
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Estresse e tensão emocional
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Problemas de relacionamento
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Depressão ou baixa autoestima
Diagnóstico da Ejaculação Precoce
Avaliação especializada que inclui:
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Anamnese detalhada sobre histórico sexual e tempo de latência ejaculatória
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Exame físico genital e prostático, quando indicado
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Dosagens hormonais (testosterona, prolactina, hormônios tireoidianos)
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Investigação de prostatite ou disfunção erétil associada
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Questionários validados (IIEF, PEDT)
Tratamento da Ejaculação Precoce
O tratamento é personalizado conforme tipo, gravidade e causas identificadas:
Tratamento Medicamentoso:
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ISRS (Inibidores Seletivos de Recaptação de Serotonina): uso diário ou sob demanda, eficácia em 60-80% dos casos
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Dapoxetina: medicação específica para uso 1-3 horas antes da atividade sexual
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Anestésicos Tópicos: cremes ou sprays para redução temporária da sensibilidade
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Tratamento de condições associadas: disfunção erétil, prostatite, deficiências hormonais
Terapias Comportamentais:
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Técnica de Parada-Início (Stop-Start)
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Técnica de Compressão (Squeeze)
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Exercícios de Kegel para fortalecimento do assoalho pélvico
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Terapia sexual individual ou em casal
Procedimentos Especializados:
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Denervação Seletiva da Glande: para casos refratários
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Aplicação de Ácido Hialurônico na Glande: redução temporária da sensibilidade

Quando procurar avaliação médica?
A investigação urológica especializada é recomendada para homens que experimentam dificuldades eréteis contínuas, particularmente quando os sintomas se mantêm por período superior a três meses.
O processo diagnóstico pode englobar:
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Análise hormonal completa: verificação dos níveis de testosterona e identificação de disfunções endócrinas
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Ultrassonografia peniana com Doppler: avaliação da circulação sanguínea no órgão genital
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Painel metabólico: rastreamento de condições sistêmicas relacionadas, como diabetes mellitus
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Anamnese urológica detalhada: essencial em pacientes com histórico de intervenções prostáticas ou comprometimento vascular
Através da investigação clínica minuciosa, torna-se possível identificar as origens orgânicas do quadro e estabelecer a abordagem terapêutica mais adequada e segura para cada situação individual.
Atendimentos em Hospitais de referência






Sinais que merecem atenção imediata
Ereção fraca
Dificuldade em manter rigidez peniana suficiente para a penetração.
Falta de ereção
Incapacidade de iniciar a resposta erétil mesmo em estímulo adequado.
Dificuldade de ereção
Ereção que não se mantém durante toda a relação sexual.
Redução do desempenho sexual
Queda progressiva da qualidade das ereções e da satisfação sexual.
Tratamentos disponíveis
O tratamento da disfunção erétil é definido de acordo com a causa identificada, podendo incluir opções clínicas ou cirúrgicas.
Tratamentos clínicos
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Medicamentos orais: Sildenafil (Viagra), tadalafila, vardenafil e avanafil, que aumentam o fluxo sanguíneo peniano.
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Terapias injetáveis e supositórios uretrais: Aplicados diretamente no pênis, indicados quando os comprimidos não funcionam.
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Dispositivos médicos: Bomba de vácuo peniana, que induz a ereção de forma mecânica.
Tratamentos cirúrgicos
Quando os tratamentos clínicos não são suficientes, a cirurgia de prótese peniana é uma alternativa definitiva, segura e com alto índice de satisfação.
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Prótese peniana maleável: Opção simples, com haste flexível que mantém o pênis em posição ajustável.
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Prótese peniana inflável: Sistema hidráulico que oferece rigidez apenas durante o ato sexual, proporcionando aspecto mais natural.
A escolha da técnica (maleável ou inflável) depende do perfil do paciente, preferências e avaliação médica detalhada.

Dúvidas frequentes sobre disfunção erétil e saúde sexual
Disfunção erétil tem cura?
A disfunção erétil pode ser tratada com grande sucesso. Embora não exista “cura” única, os recursos médicos atuais permitem controlar a condição em praticamente todos os casos.
Quais são as principais causas da disfunção erétil?
Entre as mais comuns estão a diabetes, hipertensão, problemas vasculares, testosterona baixa, alterações hormonais e sequelas de cirurgias urológicas, como prostatectomia.

