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CRM-SP:190417| RQE:124546

Avaliação e manejo da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB) através de procedimentos minimamente invasivos em São Paulo

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Atendimentos em Hospitais de referência como Samaritano e Einstein.

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Doenças da Próstata (HPB)

A hiperplasia prostática benigna (HPB), conhecida como aumento prostático, representa a condição mais frequentemente diagnosticada na prática urológica, manifestando-se predominantemente em homens acima de 50 anos. Apesar de não configurar malignidade, a HPB pode provocar sintomatologia significativa, incluindo dificuldade miccional, urgência urinária, despertares noturnos com frequência, podendo causar cansaço e indisposição durante o dia) e percepção de esvaziamento vesical inadequado.

O Dr. Gabriel Beigin, urologista em São Paulo com expertise em procedimentos robóticos e laparoscópicos, proporciona acompanhamento completo e personalizado, fundamentado em protocolos científicos atualizados. Domina o espectro completo das técnicas cirúrgicas contemporâneas para tratamento da HPB, abrangendo ressecção transuretral da próstata (RTU), ​Rezum (Terapia de Vapor de Água), vaporização prostática a laser Greenlight, enucleação a laser de holmium (HoLEP) e prostatectomia robótica, assegurando abordagem otimizada para cada perfil clínico.

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Quando procurar o urologista e exames iniciais

O monitoramento regular é essencial para a manutenção da saúde prostática. Homens com idade igual ou superior a 45 anos devem iniciar acompanhamento urológico, independentemente da presença de manifestações clínicas. A vigilância deve ser intensificada em indivíduos com antecedentes familiares de patologias prostáticas.

Os principais recursos diagnósticos para investigação da HPB incluem:

  • Dosagem de PSA: análise sanguínea que auxilia na detecção de alterações na glândula prostática

  • Exame digital da próstata: avaliação do volume e da textura glandular

  • Ultrassonografia prostática: possibilita mensuração do tamanho da próstata e análise do fluxo miccional

  • Urofluxometria e biópsia prostática: quando indicadas, para exclusão de outras condições clínicas

 

A identificação precoce da condição amplia significativamente as possibilidades de controle sintomático e prevenção de complicações futuras.

Sinais que merecem atenção imediata

Dificuldade para urinar

Jato urinário fraco, esforço constante e sensação de não esvaziar completamente a bexiga.

Sensação de esvaziamento incompleto

Mesmo após urinar, permanece a impressão de que a bexiga continua parcialmente cheia.

Urgência urinária e noctúria

Vontade súbita de urinar várias vezes ao dia, inclusive interrompendo o sono noturno.

Sangue na urina

Presença de coloração avermelhada, mesmo discreta, é sinal de alerta para avaliação médica.

Tratamentos para HPB e cirurgias minimamente invasivas

O tratamento da hiperplasia prostática benigna é sempre individualizado, levando em conta o grau dos sintomas, idade e histórico do paciente.

Tratamento medicamentoso:

 

  • Alfabloqueadores: relaxam a musculatura da próstata e da bexiga.

  • Inibidores da 5-alfa-redutase (finasterida): reduzem o tamanho da próstata.

  • Associação medicamentosa: utilizada em casos selecionados.


Apesar da eficácia, alguns pacientes relatam efeitos colaterais da finasterida, como diminuição da libido, alterações hormonais e impacto na função sexual.

Tratamento cirúrgico de HPB

Quando os medicamentos não controlam os sintomas ou há obstrução significativa da uretra, a cirurgia passa a ser a opção indicada. 

  • RTU de próstata (Ressecção Transuretral): técnica tradicional e ainda considerada padrão em muitos casos.

  • Ablação de próstata com Greenlight: laser que vaporiza o tecido prostático com menos sangramento.

  • HOLEP (Enucleação prostática a laser): considerada atualmente a técnica de referência (“menina dos olhos”), por permitir remoção completa do tecido obstrutivo com durabilidade e segurança.

  • Cirurgia robótica: abordagem de alta precisão, com recuperação mais rápida, menor dor e preservação da função urinária e sexual.

  • ​Rezum (Terapia de Vapor de Água): um procedimento inovador que utiliza vapor de água para reduzir o tamanho da próstata aumentada. É uma alternativa menos invasiva às cirurgias tradicionais para HPB.

Rezum ajuda na Preservação da Função Sexual Mais de 95% dos pacientes mantêm ejaculação e função erétil normais, diferentemente de cirurgias como RTU ou cirurgia a laser que frequentemente causam ejaculação retrógrada.

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Agende sua consulta para tratamentos para HPB

Avaliação detalhada, procedimentos robóticos e seguimento integral para patologias prostáticas. Dr. Gabriel Beigin é especialista reconhecido em São Paulo.

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Dúvidas frequentes sobre doenças da próstata

O que é hiperplasia prostática benigna (HPB)?

A hiperplasia prostática benigna, também chamada de próstata aumentada, é o crescimento não cancerígeno da glândula prostática. É comum em homens acima dos 50 anos e pode causar sintomas urinários, como jato fraco, urgência e necessidade frequente de urinar.

Quais são os principais sintomas da próstata aumentada?

Os sintomas da HPB incluem dificuldade para iniciar a micção, jato de urina fraco, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga, urgência urinária, noctúria (levantar-se à noite para urinar) e, em alguns casos, presença de sangue na urina.

HPB pode virar câncer de próstata?

Não. A hiperplasia prostática benigna não se transforma em câncer. Porém, um paciente pode ter as duas condições ao mesmo tempo. Por isso, a investigação médica com exames como PSA e toque retal é essencial para diferenciar as doenças.

Quais são os efeitos colaterais da finasterida no tratamento da HPB?

A finasterida, um dos medicamentos usados para reduzir o tamanho da próstata, pode causar diminuição da libido, alterações hormonais, queda de pelos e impacto na função sexual. Esses efeitos não ocorrem em todos os pacientes, mas exigem acompanhamento médico regular.

Quais os tipos de cirurgia minimamente invasiva disponíveis?

As opções incluem a ressecção endoscópica da próstata (RTU), cirurgia de próstata por vídeo, cirurgia a laser e procedimentos robóticos/laparoscópicos. Todas permitem recuperação mais rápida, menor sangramento e preservação da função urinária e sexual.

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